Médicos
disponibilizam o telefone 0800 887 7700 para receber denúncias
de pacientes usuários de planos e seguro-saúde de
todo o País.
SEMANA
DO MOVIMENTO
Prezados coordenadores e integrantes
das Comissões Estaduais de Honorários Médicos,
Com esperanças renovadas, temos mais uma grande notícia a compartilhar. Além da aprovação do Projeto de Lei 3466/04 na Câmara dos Deputados, em 31 de maio último, o Comitê de Padronização de Informações (Copiss), ligado à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), decidiu no mesmo dia, também por unanimidade, adotar a nomenclatura e a codificação da CBHPM como referência para o setor.
Esta decisão ainda será oficializada pela Diretoria Colegiada da ANS, mas a chance de ser revertida é muito pequena, considerando o histórico das discussões, ocorridas no Rio de Janeiro, das quais tenho tido a oportunidade de participar como representante da Associação Médica Brasileira.
Dessa forma, foi criada uma comissão para estudar a compatibilização entre a CBHPM e o rol da ANS, que continua valendo para efeitos de cobertura pelos planos de saúde por enquanto. A primeira reunião de trabalho será já no dia 22 de junho.
Paralelamente, como resultado desses entendimentos no âmbito da ANS, a Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge) e as Santas Casas decidiram participar da Câmara Técnica Permanente da CBHPM, grupo responsável pelo aperfeiçoamento constante da Classificação, hoje composto por Unidas, Unimed, Fenaseg e entidades médicas nacionais.
Assim, a ampliação da cobertura, contemplando os mais modernos e avalizados procedimentos médicos, aos quais os usuários de planos de saúde devem ter acesso, será decidida de forma consensual.
É importante ressaltar que esses avanços ainda não se referem a valores. O próprio Projeto de Lei institui um reajuste anual para os médicos, mas teremos de continuar lutando pelos índices e outras questões relacionadas. Uma nova estratégia de comunicação precisará mostrar à população que o médico ganha mal e precisa ter seu trabalho valorizado.
Tenho dito que a credibilidade da CBHPM e os critérios técnico-científicos utilizados em sua elaboração fizeram dela o sistema mais adequado para balizar as relações entre operadoras, médicos e pacientes. E esta é uma vitória de todos nós. O caminho agora é buscarmos a aprovação do Projeto de Lei no Senado e persistirmos no entendimento com a ANS e as operadoras. Continuemos atentos.
Grande abraço,
Dr. Florisval Meinão
Coordenador da Comissão Nacional de Consolidação e Defesa da CBHPM
Edição Nº 0020
Carro-chefe
das reivindicações do movimento médico, a
CBHPM tem rendido grandes embates entre a classe médica
e as empresas de planos de saúde. Entre prós e contras,
os segmentos estão divididos quanto à adoção
ou não da Classificação. Uma das maiores
dificuldades para a implantação da CBHPM é
o impacto econômico-financeiro gerado pela tabela, que produz
um aumento nos custos das empresas estimado em, pelo menos, 40%.
Mesmo com
receitas limitadas e custos crescentes, Unidas e Unimed têm
apoiado o movimento médico desde seu início. Por
se tratar de uma cooperativa médica, seria incoerente ao
movimento que a Unimed não fosse favorável à
adoção da tabela. Ainda assim, as cooperativas concordaram
em adotar a CBHPM no intercâmbio pela banda mínima,
enquanto as singulares têm a liberdade de negociar a implantação
- ou não - da Classificação. Para chegar
a este acordo, contudo, a Unimed do Brasil precisou discutir a
viabilização da CBHPM. A solução encontrada
foi a adoção gradativa dos valores da tabela, de
forma a diluir os custos.
Já
a presidente da Unidas, Marília Ehl Barbosa, disse que
admitir a CBHPM fez parte dos planos do Grupo, que buscava uma
maior aproximação com a classe médica, de
forma a fomentar uma parceria entre as operadoras e a categoria,
passando a ter no médico um aliado na contenção
de custos, conhecimento de novas tecnologias e uso racional de
materiais e medicamentos. O objetivo era, além de valorizar
o trabalho médico, evitar a paralisação de
atendimento aos beneficiários.
O impacto
da CBHPM não se limita apenas ao pagamento dos procedimentos
e honorários definidos pela tabela. Há, ainda, o
investimento operacional, uma vez que é necessária
uma mudança tecnológica nas empresas para que se
possa adotar a codificação da CBHPM. Cada empresa
tem uma realidade e negocia com as entidades médicas de
acordo com sua especificidade. No entanto, algumas empresas alegam
que, apesar do discurso do movimento médico de que a Classificação
trouxe a oportunidade de corrigir distorções, a
Classificação traz distorções entre
as especialidades, já que “supervaloriza” certos
procedimentos e especialidades, trazendo um impacto adicional
de custos sobre as que utilizam mais aparelhagem e exames. A observação
foi confirmada pela reação de algumas especialidades
que alegaram perdas financeiras com a hierarquização
de procedimentos.
A Federação
Nacional das Seguradoras, assim como a Abramge, reconheceu o caráter
técnico da CBHPM, aceitando os princípios da Classificação,
isto é, sua hierarquia e a nomenclatura. “Não
podemos aceitar que haja, contudo, a determinação
de uma tabela de valores”, disse o presidente nacional da
Abramge, Arlindo de Almeida. Segundo ele, a indexação
faz com que a CBHPM deixe de ser uma Classificação
para se tornar uma tabela. Segundo ressaltou a Fenaseg, não
pode haver uma uniformização de preços em
todo o País e este é um entendimento do próprio
Ministério da Justiça. “O problema da tabela
é tornar a empresa refém do indexador”, disse
a diretora de Saúde da Fenaseg, Solange Mendes. Segundo
ela, os valores de procedimentos e honorários devem ser
negociados entre as partes e não definidos em indexadores
fixos, o que pode levar à cartelização na
prestação de serviços.
A própria
ANS adotou somente a nomenclatura dos procedimentos da CBHPM,
mas não seus valores. Isso porque a agência não
acredita ser de sua responsabilidade precificar os procedimentos
ou prestação de serviços, mas esta negociação
deve ser livre entre as partes. No final das contas, o que se
observa é que a CBHPM traz, em seu bojo, mais de mil novos
procedimentos não contabilizados pelo rol da ANS. Enquanto
isso, os médicos continuam negociando a tabela, já
assumindo uma postura de consolidação da CBHPM e
não mais de implantação. Isso, talvez, porque
a estratégia mais eficaz do movimento esteja sendo a de
vencer as operadoras pelo cansaço. (Lenir Camimura)
A G E N D A / Maio
23
- O Idec realiza, das 14h às 17h30, mesa-redonda
sobre reajustes de planos de saúde com o objetivo de ampliar
o debate sobre as diversas questões relacionadas aos aumentos
promovidos pelas operadoras. Mais informações: www.idec.org.br
24
e 25 – A Abramge - SP promove o IX Simpósio
de Planos de Saúde – A qualidade na saúde
suplementar como fator de diferenciação, no hotel
Maksoud Plaza. Entre os temas a serem discutidos está a
qualidade no setor como fator de diferenciação,
medicina preventiva, o impacto das comissões de vendas
nos custos dos planos de saúde, o impacto das decisões
judiciais e ainda trará a visão das operadoras,
da ANS e das contratantes em relação ao tema de
cada mesa. Mais informações, www.abramge.com.br
25 – O planejamento jurídico das operadoras, assuntos
corporativos, de contratualização, tributários
e de relação com os órgãos regulatórios
e os problemas jurídicos na relação com consumidores
são o destaque da 1ª Jornada Jurídica da Saúde
Suplementar, realizada pela Abramge, em São Paulo. Inscrições
pelo site www.abramge.com.br
29
– Curso “Impacto Financeiro e Implicações
da Adoção da CBHPM para os Planos de Saúde”,
promovido pela Unidas, em São Paulo. Com instrução
do Dr. Aníbal Oliveira, o evento tem o objetivo de disponibilizar
aos gestores de planos de saúde ferramenta de análise
de conteúdo do novo REFERENCIAL DE REMUNERAÇÃO
DE HONORÁRIOS MÉDICOS proposto pelas entidades médicas
- AMB E CFM. Mais informações: www.unidas.org.br
29 – Reunião da Comissão de Honorários
Médicos do DF com as Sociedades de Especialidades. Na pauta,
a discussão sobre a adoção da CBHPM como
referencial de procedimentos e honorários.
30 - O Idec realiza um mutirão para esclarecer as dúvidas
de consumidores sobre planos de saúde. O atendimento será
feito das 11h às 15h no Poupatempo Sé, em São
Paulo. Mais informações: www.idec.org.br
30
– A Abramge - Riberão Preto promove o workshop
“TISS: principais desafios”, no Hotel Taiwan. A programação
que vai das 14h às 17h30, vai apresentar o COPISS e as
propostas da Abramge para a ANS, em relação ao uso
da TI. A Abramge – Riberão Preto também está
disponibilizando o workshop via teleconferência. As inscrições
podem ser feitas até o dia 29/05. Mais informações:
(16) 4009-8899 ou pelo site www.abramgeribeirao.com.br
31
– O economista e especialista em finanças
e em gestão de negócios, Acácio Rosa de Queiroz
Filho, é o palestrante do evento promovido pela Funenseg,
em São Paulo, “Mercado de Seguros x Economia Brasileira”.
Mais informações pelo telefone (11) 3105-7866, pelo
e-mail iracy@funenseg.org.br, ou pelo site www.funenseg.org.br
BOLETIM Nº 44 - 05 MAIO 2006
Principais
decisões da reunião entre a Comissão Nacional
de Consolidação e Defesa da CBHPM e as Comissões
Estaduais de Honorários Médicos, em Campo Grande
(MS), no dia 27 de abril.
UNIDAS – O diretor de Integração da Unidas, Aníbal
de Oliveira Valença, divulgou a aprovação
pelo grupo da quarta edição da CBHPM e da Resolução
Normativa nº 1/2006 da Comissão Nacional de Honorários,
que a aprimora com 86 alterações. Diante disso,
recomendamos que as Comissões Estaduais de Honorários
Médicos retomem as negociações com as superintendências
estaduais da Unidas a fim implantar a quarta edição
da CBHPM.
UNIMED – A CNCD solicita às Comissões Estaduais que
procurem mapear todas as singulares de seu Estado e as atuais
condições de remuneração do médico
cooperado, assim como os procedimentos cobertos. É imprescindível
na atual fase do movimento médico que haja uma comunicação
oficial a todas as Unimeds que ainda não adotaram a CBHPM
solicitando um cronograma de implantação. Os argumentos
e dificuldades levantados pelas diretorias das singulares devem
ser registrados para posterior avaliação.
MEDICINA
DE GRUPO – Para este segmento, a decisão
foi sugerir às Comissões Estaduais que elejam uma
ou duas operadoras como alvo do movimento. A partir daí,
deve haver uma solicitação formal aos diretores
dos planos no sentindo de retomar as negociações
pela implantação da CBHPM. Ao mesmo tempo, as Comissões
Estaduais devem estar em contato com os médicos credenciados
a essas empresas com o objetivo de debater estratégias
para dissuadi-las. Os resultados deste trabalho deverão
ser analisados no próximo encontro entre a Comissão
Nacional e as Estaduais, dentro de dois meses, quando pretendemos
definir um plano nacional de ação.
SEGURADORAS – No que tange às seguradoras, estamos na eminência
de iniciar negociações nacionais com empresas representativas
do segmento. Os avanços serão comunicados assim
que possível.
DIVULGAÇÃO – A CNCD ressalta a necessidade de todos os médicos
envolvidos no movimento colaborarem na disseminação
das informações, distribuindo os boletins, publicando
notícias sobre a CBHPM nos informativos das entidades,
respondendo aos questionamentos da Comissão Nacional e
acessando o site www.amb.org.br, onde está todo o material
disponível.
BOLETIM Nº 43 - 24 ABRIL 2006
O
movimento de implantação da CBHPM nos Estados
Balanço
atualizado em 24/04/2006
Acre – A assembléia de cooperados da Unimed realizada
em março foi suspensa porque a diretoria não apresentou
o balanço financeiro de 2005. A continuação
da assembléia será agendada para a segunda quinzena
de maio. Os médicos exigirão que seja pautada a
implantação da CBHPM com redutor de 20%, compromisso
que a Unimed havia assumido para janeiro deste ano. A Comissão
enviou documento ao Ministério Público Estadual
cobrando providências para que a Geap cumpra o Termo de
Ajustamento de Conduta que havia assinado com os médicos.
Ainda não houve resposta. A Ameron aceitou adotar a CBHPM
com redutor de 20% e consulta a R$ 33,60. Os contratos serão
assinados em breve.
Fonte: Dr. Antônio Clementino da Cruz Jr.
(coordenador em exercício CEHM), 13/04/2006, 10h20
Alagoas – Depois de várias rodadas de negociação,
a Comissão Estadual propôs à Unidas, no dia
12 de abril, passar o redutor sobre a CBHPM para 16,5%, sendo
7,5% para a patologia clínica e o valor da consulta R$
36,00. O grupo deve responder após a assembléia
nacional da Unidas, no fim do mês. Capesesp e Funcef continuam
sofrendo suspensão de atendimento. A Unimed Maceió
implantou a consulta a R$ 33,60 e os capítulos 1, 2 e 3
da CBHPM com redutor de 20% (sistema pro-rata). Bradesco e Sul
América pagam os valores da CBHPM por decisão judicial.
Os demais planos estão cumprindo os acordos de implantação.
Fonte: Dr. Cléber Costa de Oliveira (coordenador
CEHM), 13/04/06, 10h
Amapá – Em fase de recuperação financeira, a Unimed
está implantando a CBHPM, com exceção do
capítulo 4. A banda irá variar conforme o sistema
pro-rata, mas o objetivo é chegar à Classificação
plena. A Unidas continua praticando a CBHPM com redutores de 25%
para os procedimentos e 30% para UCO.
Fonte: Nelma Rocha Barbosa (coordenadora CEHM),
17/04/2006, 9h40
Amazonas – A Comissão Estadual está sendo reestruturada
para retomar as negociações com as operadoras.
Fonte: Dr. Álvaro Salgado Pinto (coordenador
CEHM), 13/04/06, 12h35
Bahia
– A Comissão Estadual está discutindo
a implantação da Classificação com
Medial, Promédica, Norclínicas, Previna e IH Saúde.
A Unidas paga R$ 36,00 pela consulta e aguarda a aprovação
da 4ª edição da CBHPM por sua assembléia
nacional. A Unimed Salvador paga R$ 33,60 pela consulta nos planos
superavitários e se comprometeu a discutir um cronograma
de elevação do CH para aproximar os valores aos
da CBHPM com redutor de 20%. Todas as singulares do Estado já
implantaram a nova codificação.
Fonte: Dr. José Carlos Raimundo Brito
(coordenador CEHM), 17/04/06, 14h40
Ceará – A Unimed implantou a CBHPM na banda mínima, sem
UCO, e ainda não pratica a Classificação
no intercâmbio. Houve pendências com a Unidas em relação
à Cassi e aos contratos, mas o grupo já se comprometeu
a tomar as medidas necessárias. Amil, Geap, Blue Life,
Free Life, Sim Saúde e Hapvida também já
têm acordos de implantação. Permanece a recomendação
de descredenciamento aos planos que ainda não adotaram
a CBHPM: Bradesco, Sul América, Medial, Norclínicas,
Gamec e Golden Cross.
Fonte: Dra. Marjorie Mota Dias (coordenadora
CEHM), 13/04/06, 12h10
Distrito
Federal – As entidades médicas estão
reestruturando a Comissão de Honorários.
Espírito
Santo – Segundo a Federação das Unimeds
do ES, a partir de 1º de maio, as cinco singulares do Estado
adotarão os capítulos 1, 2 e 3 da CBHPM com redutor
de 20%, no limite do rol da ANS. O valor da consulta varia; a
Unimed Vitória paga R$ 42,00. Os valores de SADT continuarão
sendo livremente negociados com os prestadores de serviço.
Também a partir de 1º de maio, o valor da consulta
será R$ 37,00 no intercâmbio estadual entre as Unimeds.
O Ministério Público está intermediando a
negociação do reajuste com a Unidas.
Fonte: Dr. Mário Silvares (integrante
CEHM), 11/04/06, 11h20
Goiás – Continuam as negociações pela implantação
da CBHPM com Promed, Geap e Unidas. Na data-base, em 1º de
maio, voltará a ser discutida a adoção da
Classificação pelo Ipasgo. A Unimed Goiânia
e a Saúde Caixa já implantaram a CBHPM. Não
houve avanço nas negociações com os demais
planos.
Fonte: Dr. Robson Paixão de Azevedo (integrante
CEHM), 13/04/06, 16h40
Goiás – Continuam as negociações pela implantação
da CBHPM com Promed, Geap e Unidas. Na data-base, em 1º de
maio, voltará a ser discutida a adoção da
Classificação pelo Ipasgo. A Unimed Goiânia
e a Saúde Caixa já implantaram a CBHPM. Não
houve avanço nas negociações com os demais
planos.
Fonte: Dr. Robson Paixão de Azevedo (integrante
CEHM), 13/04/06, 16h40
Maranhão – Os médicos se descredenciaram e atendem Bradesco,
Sul América e Golden Cross pela tabela particular. Unidas,
Geap, Unimeds São Luís e Imperatriz, HC Saúde,
Atemde, Multiclínicas, Hapvida, Blue Life e Unihosp implantaram
a CBHPM, mas ainda não aplicaram reajustes sobre os primeiros
acordos.
Fonte: Dr. Abdon Murad Neto (coordenador CEHM),
17/04/06, 17h50
Mato
Grosso – Fecharam acordo com os médicos
no Estado: Golden Cross, Medial, Cred Saúde, Sesivida,
MT Saúde, Saúde Caixa, Sam Bemat, Affemat, Conab,
Assefaz, Amil, Blue Life, Sintrae, Correios e Casf/Basa. Não
houve acordo com Bradesco, Cassi, Geap, Fassincra e Petrobras,
e a recomendação da Comissão Estadual é
que os médicos não atendam sem contratos. Em assembléia
prevista para maio, os profissionais irão decidir as exigências
para a renegociação deste ano. A proposta da Comissão
Estadual será a adoção da CBHPM plena, no
mínimo, por todas as operadoras, a partir de setembro.
Fonte: Dra. Maria Cristina P. Costa Fortuna (coordenadora
CEHM), 18/04/06, 9h30
Mato
Grosso do Sul – A Comissão Estadual está
intermediando as negociações para que todas as especialidades
voltem a atender os usuários da Unidas. Foi fechado acordo
com o grupo em janeiro, com exceção das operadoras
Assefaz, Companhia Vale do Rio Doce, Plansfer e Proasa, que sofrem
suspensão do atendimento. A Unimed Campo Grande paga R$
42,00 pela consulta, mas ainda não implantou a CBHPM.
Fonte: Dr. Antônio Gentil Neto (coordenador
CEHM), 13/04/06, 14h30
Minas
Gerais – As entidades médicas fecharam acordo
com o Bradesco retroativo a março. As consultas têm
valor de R$ 38,00 nos planos empresariais, e R$ 33,60 nos planos
individuais. Os procedimentos são pagos pela tabela da
Bradesco Saúde, que contempla o rol da ANS e os procedimentos
da CBHPM. Além disso, será feita nova correção
dos honorários médicos em agosto. Estão em
andamento estudos para implantação da codificação
da Classificação. São atendidas por reembolso
as seguradoras Sul América, Brasil Saúde, Gralha
Azul, Itauseg, Marítima e Notre Dame. Grande parte dos
médicos se descredenciou de Golden Cross, Amil, Asmédica,
Medial e Só Saúde. Há acordos com a Unidas,
AGF, Unibanco AIG, Doctor Card, Promed, Admédico, Good
Life, Matermed, Mediservice, Minas Center Med, Qualimed, Samp,
Saúde Med, Santa Casa de Belo Horizonte, Unihosp e Vitallis,
além das Unimeds de Uberlândia, Belo Horizonte, Viçosa
e Divinópolis.
Fonte: Dr. Alcebíades Vítor Leal
Filho (coordenador CEHM), 13/04/06, 16h50
Pará – Os médicos continuam aguardando a adoção
da 4ª edição da CBHPM pela Unidas. Em Belém,
os anestesistas já suspenderam o atendimento ao grupo,
e os endoscopistas tomarão a mesma medida a partir da segunda
quinzena de abril. Em Marabá, os médicos decidiram
pelo descredenciamento em massa da Unidas, começando pelos
pediatras. Além da 4º edição, eles reivindicam
a CBHPM sem redutores. A Geap ainda não regularizou seus
contratos com os médicos paraenses. A Comissão Estadual
pediu a intervenção do Ministério Público
na negociação com a São Braz Saúde,
que não paga os médicos há seis meses. Bradesco,
Sul América, Golden Cross, AGF, Infraero, Luck Saúde,
Mediservice, Medial e Hapvida sofrem descredenciamento coletivo.
Os demais planos praticam a CBHPM já com os reajustes acertados
em 2005.
Fonte: Dr. Marcus Brito (coordenador CEHM), 11/04/06,
10h30
Paraíba – A Unidas aceitou reajustar o valor da consulta para R$
36,00, os portes em 3% sobre a banda de menos 25%. Para a medicina
laboratorial, o reajuste é de 2% sobre a banda de 20% e,
para o setor de imagem, 2% sobre a banda de menos 25%. O acordo
é retroativo a março e não inclui a Cirurgia
Plástica. Já a Anestesiologia afirma seguir as negociações
nacionais. Continuam as negociações sobre reajuste
com Hapvida, Ami Saúde e Blue Life. Smile, Medial, Norclínicas,
Fusex, Golden Cross, Amil e Gama Saúde ainda não
adotaram a CBHPM. A Unimed João Pessoa apenas paga R$ 33,60
pela consulta.
Fonte: Dr. Fábio Antonio da Rocha de Souza
(coordenador CEHM), 20/04/06, 12h30.
Paraná
– A Unidas paga R$ 42,00 pela consulta e pratica
a CBHPM com redutor de 20%. A Comissão Estadual espera
negociar o reajuste e a adoção da 4ª edição
da Classificação. Não houve avanço
em relação à Unimed Curitiba.
Fonte: Dr. José Fernando Macedo (coordenador
CEHM), 13/04/06, 9h30
Pernambuco – A Comissão Estadual se reuniu com a Geap para discutir
a implantação do capítulo 4 da CBHPM. A operadora
vem pagando as consultas e os procedimentos pela Classificação
com redutor de 20%. Está liberada a assinatura dos contratos
com Medial, Assefaz, Capesesp, Cassi, Correios, Fisco Saúde,
Celpos, Camed e Caixa de Assistência dos Magistrados de
Pernambuco. Não houve avanço nas negociações
com Golden Cross, ASL, Saúde Excelsior, Norclínicas
e Grupo Saúde.
Fonte: Dr. Mário Fernando Lins (coordenador
CEHM), 17/04/06, 14h30
Piauí – Os médicos estão negociando a implantação
gradual da CBHPM pelo Instituto de Assistência e Previdência
do Estado (Iapep). Sul América e Bradesco continuam sendo
atendidos somente pelo sistema de reembolso. A Comissão
Estadual está em contato com Geap e Amil, que não
cumprem integralmente os acordos. Em junho, terão início
as negociações de reajuste com a Unimed. Uma nova
assembléia deve ser realizada no início de maio.
Fonte: Dr. Felipe Eulálio de Pádua
(coordenador CEHM), 18/04/2006, 9h45
Rio
de Janeiro – As entidades médicas se reuniram
com a Unidas, em março, para discutir o reajuste anual.
As 11 empresas do grupo que já implantaram a 3ª edição
da CBHPM estão elaborando uma proposta de índice.
Já as que ainda não adotaram a Classificação
devem praticar consulta a R$ 35,70 e CH de R$ 0,33 até
a efetiva implantação da CBHPM. As modificações
constantes na 4ª edição da CBHPM serão
negociadas com o grupo Unidas. Foram acordados contratos consensuais
com Amil, Bradesco, Golden Cross, Sul América e Cassi.
Fonte: Cremerj, 19/04/06, 10h10
Rio
Grande do Norte – Em assembléia no dia 27
de março, os médicos decidiram rearticular o movimento,
principalmente junto às Sociedades de Especialidade, com
perspectiva de unir todas as forças na luta pela CBHPM
plena a partir de maio.
Fonte: Dr. Geraldo Ferreira Filho (coordenador
CEHM), 11/04/06, 14h45
Rio
Grande do Sul – A expectativa é que a Unimed
Porto Alegre decida sobre a implantação da CBHPM
com redutor de 20% em maio. As operadoras da Unidas praticam a
CBHPM com redutor de 19,4%, sendo a consulta R$ 34,00, no mínimo.
A codificação está sendo implantada progressivamente.
Continuam também as negociações sobre os
contratos. Já foram acertadas as minutas para pessoa física
com Assefaz, Geap, Sul América, Bradesco, Saúde
Caixa e Cabergs.
Fonte: Dr. Jorge Silveira (diretor da Cecomed),
17/04/06, 9h50
Rondônia
– A Unimed implantou os capítulos 1, 2 e
3 da CBHPM com redutor de 20%, inclusive para a consulta. Continuam
as negociações com Unidas, Cassi, Ipam, Sintero
Saúde e Astir para retirar o deflator sobre a CBHPM. Geap,
Ameron, Bradesco e Sul América ainda não adotaram
a Classificação.
Fonte: Dr. Samuel Castiel (coordenador CEHM),
11/04/06, 10h
Roraima – Os médicos continuam reivindicando da Unidas a
adoção da CBHPM plena, pelo menos no que diz respeito
à consulta, inicialmente. Os usuários de Bradesco
e Sul América são atendidos somente pelo sistema
de reembolso. Em 2005, foram fechados acordos de implantação
da CBHPM sem redutores com 14 planos.
Fonte: Dr. Marcos Cavalcanti Albuquerque (coordenador
CEHM), 13/04/06, 16h.
Santa
Catarina – Todas as operadoras do grupo Unidas,
inclusive a Geap, aceitaram o reajuste de 1,5% sobre os procedimentos
da CBHPM e 1% sobre a UCO, com a consulta a R$ 37,00. Até
então, eram utilizados os valores da CBHPM com redutor
de 20% para procedimentos e 30% para UCO. Todas as 23 singulares
da Unimed no Estado adotaram a nova codificação,
sendo que 17 já praticam o capítulo 3 com bandas
variando entre menos e mais 20%, e apenas 4 pagam menos de R$
42,00 pela consulta. O plano Santa Catarina Saúde, que
atende mais de 186 mil servidores do Estado, adotou a CBHPM com
redutor de 20% em fevereiro. Não houve avanço nas
negociações com as seguradoras e empresas de medicina
de grupo.
Fonte: Dr. Genoir Simoni (coordenador CEHM),
13/04/06, 16h20
São
Paulo – A Comissão Estadual apresentou uma
proposta à Unidas de implantação da CBHPM
e reajuste emergencial dos honorários, e espera resposta
após a assembléia com as empresas do grupo. Os médicos
também esperam o retorno sobre uma proposta feita à
Amil, e o estudo de impacto elaborado pela Golden Cross. As negociações
com a seguradora Unibanco AIG terão início em breve.
Quanto à Unimed, a Comissão Estadual pretende regionalizar
as discussões.
Fonte: Dr. Florisval Meinão (integrante
CEHM), 18/04/06, 16h50
Sergipe – A Comissão Estadual tem reunião agendada
com a Unidas para o fim de abril, com o objetivo de discutir a
implantação da 4ª edição da CBHPM
e a aplicação de um reajuste. Não houve avanço
nas negociações com as empresas de medicina de grupo
e tampouco com as seguradoras. A Sul América não
está incluindo cláusulas que prevêem o reajuste
anual nos contratos de prestação de serviço
enviados aos médicos, contrariando a decisão do
Tribunal de Justiça do Estado. Já a Unimed Sergipe
implantou os capítulos 1, 2 e 3 da 4ª edição
da CBHPM, sendo que o valor da consulta no mês de março,
pelo sistema pro-rata, foi de R$ 34,16. A adoção
do capítulo 4 está sendo estudada.
Fonte: Dr. Adelson Chagas (coordenador CEHM),
11/04/06, 9h45
Tocantins – O atendimento aos usuários da Unidas foi normalizado
no fim de março mediante um acordo sobre o pagamento do
custo operacional. A Comissão aguarda a decisão
da Unidas nacional para retomar as negociações sobre
reajuste. Não houve avanço quanto à implantação
da CBHPM pela Unimed. Os usuários de Sul América
e Bradesco são atendidos pelo sistema de reembolso. Já
implantaram a Classificação a Samedh, TRE, Fusex
e Blue Life.
Fonte: Dr. Hilton Soares da Mota (coordenador
CEHM), 11/04/06, 9h30
Mais informações no site www.amb.org.br.
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